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13º deve injetar R$ 19,5 bi em Minas


O pagamento do décimo terceiro salário deverá injetar cerca de R$ 19,5 bilhões na economia de Minas Gerais até o fim deste ano, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O número representa aproximadamente 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.


Minas Gerais representa 10,8% do total do Brasil e 22,9% do Sudeste quanto ao número de pessoas que receberão o 13º. A região, aliás, segundo os dados do Dieese, será a que receberá a maior parcela do benefício distribuído pelo País (48,5%).


Para o presidente da FCDL-MG, Frank Sinatra, o 13º salário deve dar também uma injeção de animo ao empresário mineiro.


“A injeção do 13º Salário é um reforço na renda do trabalhador e estimulará ainda mais o consumo. Nós, empresários, nos preparamos e estamos esperando por isso. Os desafios não são poucos, mas acredito no potencial do que está por vir com a comemoração do Natal e do Final do Ano. Acredito que, os ramos de Vestuário, Brinquedos, Calçados e Eletrônicos ficarão em destaque. E lembrando, hoje, quem não está na internet não será encontrado com facilidade. Por isso, você ainda que não está utilizando os diversos canais de vendas, não perca mais tempo”, avaliou Sinatra.


Os dados da Dieese revelam ainda que, em termos médios no País, o décimo terceiro salário corresponde a um valor de R$ 2.967 e, em Minas Gerais, de R$ 2.006,83.


Frank Sinatra ainda deu dicas para que os empresários mineiros aproveitarem a circulação do salário extra.


“As expectativas são boas e as oportunidades estão postas. Além do atendimento customizado, uma vitrine impecável, preços competitivos e a loja pensada na temática natalina pode ajudar a atrair para o seu estabelecimento uma parcela desse dinheiro. Como já ressaltado, o comércio eletrônico também que ser trabalhado. O consumidor entendeu que o varejo se reinventou e está muito presentes no ambiente digital também. Cabe a nós estimulá-lo e fazermos o que fazemos de melhor: vender”, completou o presidente.

Análise

Para chegar até as estimativas, o Dieese utilizou dados do Ministério da Economia, tanto os da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) quanto os do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).


Além disso, também foram usados números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Previdência Social e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).


A entidade não levou em consideração assalariados que não têm a carteira assinada, trabalhadores autônomos ou similares, que porventura possam receber alguma quantia a mais no fim do ano. Isso porque, de acordo com o Dieese, não existem dados disponíveis sobre isso.


FONTE: FCDL MG

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