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Golpes do Pix: veja os crimes mais comuns e o que fazer para evitar fraudes



A cada dia que se passa parece surgir uma nova modalidade de golpe no Brasil. Os criminosos se dedicam a criar estratégias diversificadas para atrair e enganar as pessoas. E não é muito raro, notícias dando conta do número de vítimas lesadas depois de cair em mais uma fraude. A promessa de dinheiro fácil, de recebimento duplicado ou triplicado e de maximização dos ganhos acaba seduzindo as pessoas e abrindo caminhos para que a onda de golpes se espalhe rapidamente.

Confira alguns golpes comuns relacionados ao Pixo que fazer para evitá-los:


1 – Golpe do investimento em criptomoedas: A vítima interessada em orientações para administrar e gerir investimentos em criptomoedas paga um determinado valor para “comprar” um robô que a ajudará neste processo. Os falsos anúncios espalhados pela internet garantem lucro até quatro vezes maior do que o aplicado em apenas um mês. Esse valor ainda pode ser multiplicado em até 12 vezes, caso a vítima convide mais pessoas para fazer parte do programa.


Como evitar: fique atento aos anúncios que prometem lucros absurdos, ou que garantem ganhos rápidos.


2- Golpe dos comentários automáticos: A ideia promete aos interessados em ganhar sorteios nas redes sociais, o aumento das chances de ser premiado. Para isso, a vítima precisa fazer o download de um aplicativo, logar em seu perfil da rede social e comunicar de quais sorteios deseja participar. Em seguida, o robô comentará nas publicações durante todo o dia.


Como evitar: desconfie de qualquer oferta ou promoção online que ofereça uma grande vantagem, principalmente as que solicitam preenchimento de dados pessoais para a obtenção do prêmio.


3- Robô do Pix: a fraude que funciona como uma espécie de pirâmide financeira. A proposta incentiva as pessoas a fazerem um investimento capaz de multiplicar em dias ou até mesmo horas. Basta o interessado aplicar um valor inicial que, logo em seguida, terá lucros expressivos. Ainda há possibilidade de aumentar os ganhos quando se indica mais pessoas para fazer parte do “negócio”.


Como evitar: esteja em alerta porque “se a pessoa entra na expectativa de fazer parte do esquema de pirâmide, isso, por si só, já é crime”. Por isso, é preciso muito cuidado com o fornecimento de dados sensíveis.


4 – WhatsApp clonado: o estelionatário se passa por uma empresa e pede que o usuário digite um código. O objetivo é clonar o número e pedir dinheiro para parentes e amigos da vítima.


Como evitar: habilite a autenticação de duas etapas na sua conta do WhatsApp para que o criminoso não consiga mudar o cadastro, e não forneça nenhum código solicitado.


5 – Atendente bancário falso: o golpista se passa por atendente do banco e induz a vítima a criar uma chave Pix e a transferir dinheiro para outra conta.


Como evitar: nunca forneça seus dados ou faça operações bancárias por meio de ligações telefônicas.


6 – Bug do Pix: fake news nas redes sociais anunciam uma “falha” no Pix, pela qual as pessoas receberiam prêmio em dinheiro quando transferissem valores para determinadas chaves. É claro que o dinheiro vai direto para a conta do criminoso.


Como evitar: fique alerta para notícias de dinheiro fácil, confirme a veracidade da informação e do perfil procurando por selos de verificação nas redes sociais oficiais, saiba que o sistema Pix, criado pelo Banco Central, é seguro, sem bugs e tem os mesmos protocolos de segurança do TED e do DOC.


7 – QR Code falso: golpistas falsificam QR Code para transferências por Pix em lives e apresentações online que arrecadam dinheiro para artistas ou instituições.


Como evitar: ao fazer doações, transferências e pagamentos por Pix utilizando QR Code fique atento à origem do código e, se desconfiar dos valores ou da solicitação, não faça a operação.


FONTE: FDCL MINAS GERAIS.

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