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Macrorregião Centro, que engloba a RMBH, retorna à onda branca do plano Minas Consciente


A macrorregião de Saúde Centro, onde fica localizada a Região Metropolitana de Belo Horizonte, vai retornar à onda branca do plano Minas Consciente, criado pelo Governo de Minas para promover a retomada econômica gradual e coordenada nas cidades mineiras durante a pandemia do coronavírus.


Com a mudança, as 101 cidades da região estão orientadas a manterem fechados estabelecimentos como papelarias, salões de beleza e lojas de roupas. Podem continuar funcionando os serviços essenciais e as atividades autorizadas na onda branca, como autoescolas, lojas de artigos esportivos e floriculturas.


A decisão foi tomada pelo Comitê Extraordinário Covid-19, nesta quarta-feira (10/6), em função do aumento do número de casos na localidade e da alta ocupação da rede hospitalar. Por outro lado, o grupo técnico avaliou que a macrorregião de Saúde Norte atende os requisitos necessários para avançar para a onda amarela do plano, adotando medidas mais flexíveis para a retomada do comércio. As outras 12 macrorregiões de Saúde mineiras serão mantidas nas ondas determinadas durantes os últimos encontros do Comitê.


O governador Romeu Zema destacou que o número de casos tem aumentado no território mineiro e é fundamental que todos se empenhem para manter o máximo de isolamento possível e as medidas de proteção que desaceleram a propagação da doença.


“Minas Gerais, até o momento, tem combatido de forma adequada a pandemia, mas nos últimos dez dias o número de casos subiu mais que o esperado, e isso tem nos preocupado. A recomendação é que mantenhamos o isolamento sempre que for possível. E quando não for, que adotemos as medidas preventivas, como distanciamento, uso de máscara de proteção e higienização dos locais onde as pessoas tocam, para manter a pandemia sob controle. Ela está longe de ter sido vencida”, alertou.



Todas as mudanças definidas na reunião do Comitê Extraordinário Covid-19 passarão a valer a partir desta quinta-feira (11/6), com a publicação no Diário Oficial do Estado. O encontro contou com a participação do vice-governador Paulo Brant, dos secretários de Estado e de representantes do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público de Minas Gerais, da Defensoria Pública e do Tribunal de Contas do Estado.


Festas juninas


O governador Romeu Zema também pediu que a população não realize festas juninas e outras comemorações típicas da estação, já que as aglomerações poderiam gerar um grande índice de contaminações e sobrecarregar o sistema de saúde estadual.


“Agora que estamos no mês de junho, quando realizamos as festas juninas, saliento que, infelizmente, apesar de também apreciar e gostar, não teremos condição de realizar esse tipo de comemoração neste ano. Estamos perto de atingir o pico da pandemia no estado, previsto para o mês de julho. Muitas vezes, como as pessoas não veem más notícias sobre Minas nos jornais, começam a julgar erroneamente que o estado está com a situação resolvida. Não está. O que está acontecendo em outros estados, com pessoas sem atendimento médico, pode ser a realidade de Minas no futuro, caso não tenhamos cuidado agora. Eu tenho certeza que o mineiro não quer essa situação. Conto com a colaboração de todos”, disse.



Fonte: Agência Minas do site FCDL MG

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