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  • Comunicação CDL Itaúna

Perspectivas e tendências do novo varejo



A NRF é o maior evento do varejo do mundo! É onde o setor se une para obter uma nova perspectiva e identificar os sinais de mudança. Neste ano, novamente a tecnologia foi o tema central da feira e da maioria das apresentações, deixando claro que ela existe cada vez mais para servir e diferenciar! A cada ano, torna-se mais claro que tudo que a tecnologia pode proporcionar de recursos para controlar, reduzir custos, facilitar processos e ampliar as alternativas de acesso e comunicação continuará a evoluir, mas, cada vez mais, é preciso incorporar a tecnologia para tornar o omniconsumidor mais satisfeito com sua experiência, crescendo as alternativas que visam ao empoderamento das equipes para agregar mais valor ao relacionamento com o consumidor e aumentar a produtividade.


O momento é de transformação digital e esse movimento deve se intensificar em 2020. No entanto, a maioria das empresas ainda sofre com dúvidas sobre quais rumos seguir. Qualquer negócio poderá perder competitividade e ficar para trás se as principais tendências da transformação digital forem negligenciadas.


Para os negócios, o resultado desse comportamento é uma tolerância cada vez menor às falhas e atritos. Marcas, produtos e serviços com avaliação ruim deixam de ser considerados pelos clientes. Aplicativos com menos de quatro estrelas são recebidos com desconfiança. É preciso ser excelente a todo momento. Mas, se o ser humano é imperfeito, como atender a esse desejo constante do consumidor pelo que é imune às falhas? É preciso inovar constantemente! Quem ficar parado ficará para trás! E é a transformação digital das empresas que viabiliza essa inovação constante.


Transformação digital não é apenas investir em tecnologia. É preciso ir além, utilizando soluções digitais como pontes entre os mundos on e off-line. Essa divisão on/off, por sinal, só existe para as empresas: o consumidor sempre se relacionou com marcas e não com canais. O supermercado favorito dele é o mesmo, na internet, no celular ou fisicamente. A diferença é que, hoje, as empresas têm meios para reduzir a distância entre as lojas de tijolo e o mundo eletrônico. Se o consumidor, por meio de seu smartphone, está sempre conectado com o mundo inteiro, as empresas precisam oferecer experiências que integrem o digital aos espaços físicos de uma maneira fluida.


Realizar a transformação digital depende de implementar tecnologia, mas também de mudar a cultura corporativa para adotar novos padrões, modelos e práticas de negócio. Se, no passado, era possível planejar um produto, serviço ou ação de marketing nos mínimos detalhes, mas só se podia medir a aceitação muito depois, hoje é mais importante colocar o produto logo no mercado e evoluir rapidamente, usando o feedback dos clientes para direcionar as melhorias. O modelo monolítico tradicional, em que as empresas entregavam produtos e serviços para clientes passivos, não existe mais: o consumidor deseja participar, ser ouvido e até mesmo criar com as marcas. Para prosperar, as empresas precisam assumir que não possuem mais as respostas. É preciso descobrir todo dia quais são os novos caminhos.


A transformação digital significará, na realidade, a transformação do modelo de negócio e, consequentemente, do seu setor. É uma completa reinvenção da cadeia de valor e das fronteiras do negócio, a partir de uma nova arquitetura tecnológica. Quem largar na frente e encontrar as respostas corretas para as melhores perguntas levará vantagem. Infelizmente, não existem respostas prontas, nem mesmo soluções inspiradas na atuação dos concorrentes. Encontrar a combinação de tecnologias e novos modelos de negócio é o que garantirá o sucesso daqui para frente.


Esta NRF deixou a sua marca, pois sinalizou a necessidade de balancear a tecnologia com a humanização dos processos. Além da customer experience (experiência do consumidor), trouxe a importância de investir na employeer experience (experiência do empregado), pois, somente com propósitos claros, autonomia, diversidade e desenvolvimento do senso de propriedade nas equipes, as empresas poderão no futuro ser mais inovadoras, rentáveis e longevas… Boas vendas, nação varejista!


FONTE: Varejo SA

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